A maioria dos sistemas apenas guarda dados e nada devolve no momento do atendimento. A HTI transforma o registro clínico em informação acurada e imediata: apoia a decisão do profissional na consulta e o planejamento do gestor — para o cuidado de cada pessoa e para a melhoria contínua dos sistemas e serviços de saúde.
HTI é uma healthtech de consultoria e gerenciamento clínico-epidemiológico. O que isso significa: a maioria dos prontuários eletrônicos foi feita para armazenar, não para devolver decisão. São lentos para interpretar, não respondem no celular e não interagem com o profissional. O resultado é dado parado — e cuidado que chega tarde e caro para pessoas e instituições.
A HTI reconstrói o registro clínico em torno de três princípios. Responsivo: funciona no leito, na visita domiciliar e no plantão, em qualquer tela. Imediato: interpreta o dado no instante do registro — sem exportar relatório nem esperar. Interativo: prioriza pacientes, simula intervenções e responde “e se?”. O resultado é informação acurada na hora da decisão e uma leitura populacional viva para planejar o serviço.
Sistemas legados de informação em saúde foram desenhados para registrar procedimento. O HTI foi desenhado para apoiar decisão — clínica e gerencial — devolvendo, no ponto de cuidado, a informação que os prontuários atuais só armazenam.
Sete capacidades que transformam dados dispersos em decisão concreta — clínica, epidemiológica e financeira.
Além da inteligência clínica, o HTI é um SaaS completo: seguro, interoperável e pronto para operar de imediato — do consultório ao sistema municipal.
O HTI é a base clínico-epidemiológica. Sobre ele rodam aplicações especializadas — cada uma desenhada para um público e uma linha de cuidado. Novas aplicações entram no ecossistema continuamente.
Cada especialidade herda o mesmo motor preditivo, a interface responsiva e o apoio à decisão do HTI — mudam os instrumentos e os desfechos.
Cuidado preditivo em oncologia — estadiamento, risco de toxicidade por ciclo e seguimento longitudinal do paciente oncológico.
Gestão preditiva da doença renal crônica e diálise — progressão DRC 1–5, escolha de modalidade e custo real (TDABC × APAC).
Reabilitação e funcionalidade — mobilidade, risco de quedas (FES-I), força e evolução de desfechos sessão a sessão.
Predição de risco cardiovascular (Framingham) e acompanhamento de hipertensão e insuficiência cardíaca no território.
Todas as aplicações compartilham a mesma base analítica, segurança e conformidade LGPD do HTI.
Do gestor público ao profissional autônomo, a HTI se adapta ao formato de contratação — emenda parlamentar, contrato com plano de saúde, fee por leito ou por paciente — entregando a mesma leitura acurada e imediata para decidir o cuidado e planejar o serviço.
Transforma o registro da atenção primária em decisão: estratifica risco no território, prioriza a Atenção Domiciliar e dimensiona equipes por necessidade observada — não por habitante. Atende obrigações como o PASI (Portaria MS 2.528/2006).
Leitura clínica longitudinal sobre a carteira, com predição de desfecho e custo evitável por beneficiário. Operacionaliza linhas de cuidado (ex.: "Idoso Bem Cuidado", ANS 2024) com dados próprios e argumento de sinistralidade.
Prontuário responsivo com escores no ponto de cuidado, apoio à decisão e relatórios white-label para a família. Diferenciação competitiva por dado estruturado e indicadores prontos para acreditação.
Cada especialidade com sua aplicação sobre a mesma base: da comparação TDABC × APAC na diálise à evolução funcional na reabilitação. Interatividade e custo real por modalidade, no mesmo lugar.
Cada R$ 1 investido em atenção primária estruturada economiza entre R$ 3 e R$ 7 em atenção hospitalar (Starfield, Lancet 2001; Leuchter, JAMA Netw Open 2025).
Custo médio de internação de idoso frágil: R$ 3.500 a R$ 12.000 (AIH/SUS 2022). Programa preventivo estruturado reduz em até 48% os custos assistenciais (ANS 2024).
Escolha um plano e veja a demonstração — telas reais do Anciano e mockups fiéis das demais aplicações, gerados a partir do próprio sistema.
Cadastro do paciente, avaliação multidimensional, scores de fragilidade (VES-13, IVCF-20), custo anual estimado e predição de desfechos — o fluxo real do Anciano, com dados de um paciente fictício.
Cinético-Funcional: rastreio de quedas (FES-I), marcha, força e evolução de desfechos sessão a sessão — com plano de reabilitação atualizado automaticamente.
Onco: estadiamento TNM, risco de toxicidade por ciclo e seguimento longitudinal — antecipando o cuidado de suporte antes do próximo ciclo.
Renal: progressão da DRC (1–5), risco de evolução e custo real por modalidade (TDABC × APAC) — argumento clínico e de remuneração no mesmo lugar.
Cardio: risco cardiovascular por Framingham, tendência de pressão e conduta priorizada — do dado à meta terapêutica, na mesma tela.
HTI é um SaaS clínico-epidemiológico. Cada plano cobre uma especialidade clínica, com o volume de pacientes adequado. O preço escala pelo seu volume de pacientes, não pelo número de logins. Equipes e clínicas: fale com a gente para um plano sob medida.
Valores em R$ por profissional/mês. Cada plano cobre uma especialidade clínica. Clínicas e equipes: planos corporativos com SLA, onboarding e integrações sob consulta — fale com a gente.
Plano Básico liberado por até 30 dias sem cartão. Você só paga quando decidir continuar.
Pagamento anual equivale a 2 meses grátis. Reduz custo, garante a tarifa e simplifica o ciclo financeiro.
Para instituições públicas conveniadas — universidades, PPGs e grupos de pesquisa em saúde coletiva.
Contrato anual, SLA, integrações com prontuários existentes e onboarding presencial customizado.
O HTI nasce de uma trajetória de mais de uma década em saúde coletiva, epidemiologia das doenças crônicas e modelagem estatística em R — traduzindo evidência em decisão assistencial.
Fisioterapeuta, doutor em Saúde Coletiva (UFRN) com pós-doutorado em Epidemiologia. Professor permanente de programas de pós-graduação e pesquisador-líder em saúde coletiva, com produção científica em epidemiologia analítica, doenças crônicas não transmissíveis, fragilidade e envelhecimento populacional.
Pesquisador parceiro do Health Innovation Project (HIP) e desenvolvedor das aplicações do HTI — desenvolvidas e validadas cientificamente no HIP e no GEPAPS/UFRN.
As aplicações do HTI são desenvolvidas e validadas em parceria de pesquisa e desenvolvimento (P&D) com o GEPAPS — Grupo de Estudos e Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (UFRN) e o Health Innovation Project (HIP). É nessa base científica que os modelos preditivos são construídos, testados e refinados antes de chegarem ao cuidado.